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Roteiro une história do Brasil e do Rio de Janeiro através de 11 museus no Centro

O Centro Cultural Museu da Justiça (CCMJ), do Poder Judiciário, se uniu a outros dez museus da cidade para tornar realidade o Projeto Caminhos do Brasil-Memória, que será lançado no próximo sábado (19/10), às 10h, na Assembleia Legislativa. A iniciativa oferece um passaporte que dá a seu portador gratuidade nas visitas às instituições participantes. O objetivo da iniciativa é despertar o olhar de cariocas e turistas para os diferentes ciclos históricos e culturais da região da Praça XV e adjacências, garantindo um passeio muito interessante e gratuito, que pode ser feito, com segurança, por pessoas de todas as idades. O projeto reúne, num roteiro impregnado pela história da formação do Brasil e do Rio de Janeiro, CCMJ, Palácio Tiradentes, Paço Imperial, Museu Naval, Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (INCAER), Centro Cultural Correios (CCC), Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Casa França-Brasil, Igreja Santa Cruz dos Militares, Museu da Imagem e do Som (MIS) e Museu Histórico Nacional (MHN).   Após cada visita, o dono do passaporte deve requisitar o carimbo em cada instituição por onde passar. Quando todos os espaços do documento estiverem preenchidos, o portador ganhará o direito de vivenciar uma experiência marinheira no navio-museu Bauru; no submarino-museu Riachuelo; na Nau dos Descobrimentos; no helicóptero Rei dos Mares e no carro de combate Cascavel, atrações do Espaço Cultural da Marinha. Terá direito ainda a 50% de desconto no AquaRio e no estacionamento do Edifício Garagem Menezes Côrtes nos fins de semana.   O projeto conta ainda com a parceria da Prefeitura do Rio e do Governo do Estado através de diferentes órgãos como Comlurb, CET-Rio, RioLuz, Guarda Municipal, Centro Presente, Polícia Militar e Superintendência do Centro.   Abertura do Projeto Caminhos do Brasil-Memória – Programação do CCMJ Abertura do Projeto Caminhos do Brasil-Memória – Programação do CCMJ Em celebração ao início do Projeto Caminhos do Brasil-Memória, o CCMJ - Museu da Justiça-Centro Cultural do Poder Judiciário realizará neste sábado (19), uma programação especial, com exposições, visitas mediadas, música e teatro. Entrada franca. De 10h às 17h, visitas mediadas pelo Educativo do CCMJ: Não é necessário o agendamento prévio. Os visitantes serão recebidos no hall de entrada do CCMJ.   ABSURDOS INSUSTENTÁVEIS - A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente | Classificação indicativa: Livre | A exposição reúne obras criadas pelo artista Alexandre Pinhel a partir de resíduos sólidos e tem a curadoria de Isabela Francisco. O autor usa métodos químicos, mecânicos e térmicos para misturar resíduos de diversas tecnologias de impressão 3D com resíduos tradicionais de plástico, vidro, madeira e metal. Essas obras ocultam do observador as matérias primas originais, fazendo com que este se surpreenda ao saber do que são feitas.   Nunca me CALAREI | Classificação indicativa: 14 anos | “Nunca me calarei”, do artista Márcio Freitas, é uma mostra fotográfica de rostos de mulheres brasileiras que sofreram alguma forma de assédio, tentativa ou abuso sexual. As fotos expõem nos olhares de cada uma das vítimas, dor, medo, mágoa e raiva, dando voz a quem durante muito tempo se manteve calada, devido a bloqueios sociais ou emocionais. O projeto nasceu da vontade do fotógrafo carioca captar, além da dor física, as marcas deixadas na alma e refletidas nos olhos de cada vítima desse tipo de violência. E é um convite a outras mulheres para que não se calem diante de qualquer forma de violência.   Mostra de documentos judiciais: O Assassinato de Ângela Diniz | Classificação indicativa: 14 anos | O assassinato da socialite Ângela Diniz pelo seu companheiro Raul Fernando do Amaral Street (Doca Street), em 1976, gerou uma ampla discussão nacional acerca da violência contra as mulheres. No decorrer do julgamento foi evocada a tese da legitima defesa da honra. Doca foi condenado a apenas 2 anos de prisão e solto em razão da suspensão condicional da pena. Grupos feministas, então, criaram o bordão “quem ama não mata”, que se tornou marca da luta contra a violência doméstica e familiar. Em meio a pressão da opinião pública, um novo julgamento foi realizado em 1981. Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão, contudo, obteve liberdade condicional em 1987.   DA PEDRA AO PALÁCIO Um percurso interativo ao encontro da Justiça | Classificação indicativa: a partir de 12 anos | Conduzida por arte-educadores, a visita apresenta à população – de forma lúdica, dinâmica e interativa – a arquitetura, a história e as funções do Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro. De espaço em espaço, a pedra é esculpida em jogos com os visitantes estimulando a reflexão sobre o significado da Justiça e da sua importância na vida em sociedade. No percurso aos diversos salões e tribunais históricos os visitantes têm a chance de participar de um julgamento teatralizado no Salão Histórico do I Tribunal do Júri e conhecer como se dá o funcionamento de um júri.   16h - CONCERTO MÚSICA NO MUSEU | Classificação indicativa: Livre | José Carlos Vasconcellos, piano Nascido no Rio de Janeiro, o consagrado pianista teve a contribuição dos professores Aracy Coutinho Pereira da Silva, Luiz Carlos de Moura Castro e Myrian Dauelsberg em sua formação musical. Começou a participar de recitais e concertos de piano desde meados dos anos 1990, quando também se apresentou ao lado de Aracy Pereira da Silva. 19h - TEATRO Casa da Família | Classificação indicativa: 14 anos | A peça apresenta as relações de diferentes formações familiares, seus desentendimentos e falta de comunicação. São diversos núcleos familiares com suas questões humanas que buscam resolver seus conflitos. Uma mãe que entra na Justiça para ter a atenção dos filhos, o casal feminino que disputa a guarda da filha, o casal que tem a filha pega por envolvimento com as drogas, e, o ex-marido que não se conforma com a separação. Também vemos o lado humano do Sistema Judiciário, onde os personagens desse meio possuem suas expectativas e dúvidas. Envolvendo todos esses personagens está a Casa da Família e suas ações inovadoras. Ficha técnica: Roteiro – Cristina Biscaia, com colaboração de André Tredinnick e Ruth Barbosa | Direção – Silvia Carvalho | Preparadora Corporal – Janaína Gaia | Iluminação – Diogo Borges | Fotografia – Jorge Mansur | Músico – Leandro Corin | Trilha – Edom Oliveira | Design Gráfico – Carol Ferman Elenco: Heloíse Meneses, Janaína Gaia, Paulo Murillo, Monica da Costa, Danielle Cardoso, Andrea Gil, Luiz Bezerra, Clarissa Biasotto, Amanda Feio, Mirella Lagreca, Juliana Lopes, Mariângela Polastri, Rachel Serodio, Denise Lagreca, Paloma Oliveira   Serviço: Projeto Caminhos do Brasil-Memória – Programação do CCMJ 19 de outubro – sábado 10h às 17h Exposição ABSURDOS INSUSTENTÁVEIS – A Arte como Agente Transformador na Preservação do Meio Ambiente Exposição Nunca me calarei Mostra de documentos judiciais: O Assassinato de Ângela Diniz Da Pedra ao Palácio – visita mediada 16h – Música no Museu com o pianista José Carlos Vasconcellos 19h – Casa da Família - teatro Antigo Palácio da Justiça do Rio de Janeiro (APJ-Rio) Entrada franca  
15/10/2019 (00:00)
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